Ciclos da vida

  

“Onde você acha que acaba, começa.” — ditado indiano

 

A vida é cíclica; não tem começo, meio ou fim. Nascer, viver e morrer são apenas marcos, assim como as fases da vida.

 

Quando se acredita no fim, é o apego que fala — a resistência em sair da zona de conforto. Acredito que todo fim é um novo começo. É preciso perceber quando um ciclo se fecha e outro se inicia.

 

Assim são os relacionamentos. Quando não entendemos que um ciclo se encerrou, engessamos a relação e a tornamos estéril. Não há fracasso em um relacionamento: ele sempre traz aprendizados que nos dão resiliência, nos ensinam limites, tolerância e autoproteção, e revelam aspectos de nós que desconhecíamos.

 

Pessoas vêm e vão. Algumas ficam; outras nos preparam para o próximo encontro — desde que estejamos dispostos a reconhecer nossos erros e validar nossos acertos.

 

A vida é cíclica e, se acompanharmos seu movimento, o percurso tende a ser mais suave, a despeito das intempéries, com menos esforço e mais consciência.

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