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VIRGÍNIA LEAL: Sou livre pensadora, trago meu ponto de vista à reflexão nos meus escritos. | | |
"Tenho 28 livros publicados e, ao longo da minha trajetória, atravessei diferentes formas de escrita e temas: filosóficos, sociais e, hoje, autorreflexivos em forma de crônicas poéticas e poesias. Com o tempo, mudaram meu olhar, meus interesses e também os leitores.
O que permanece é meu propósito: levar reflexão e questionamento através da palavra. Tudo o que escrevo nasce das leituras que fiz e das experiências que vivi. É apenas meu modo de olhar a vida.
Agradeço a todos que caminham comigo através da escrita e ajudam minha mensagem a seguir adiante", Virgínia Leal.
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Crônicas da Vida
Crônicas da Vida
inda estar num nível menor de imaturidade evolutiva.
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Ciclo da Vida
A vida se renova. A cada instante, uma pessoa nasce, ao passo que outra morre; enquanto um bebê dá os primeiros passos, alguém nem sabe que está dando os últimos. Na mesma medida em que um sofre, outra pessoa sente um orgasmo. O que era antes não volta mais, o que passou não está mais aqui, cada giro do ciclo da vida muda a natureza, as pessoas, as circunstâncias, as oportunidades. Assim é o ciclo da vida, passado, presente e futuro são apenas etapas de experiências. Cada uma delas nos prepara para um novo ciclo. Para participar ativamente do ciclo da vida, é preciso se adaptar à impermanência que lhe é característica.
No limiar entre o bem e o mal
No limiar entre o bem e o mal
Estou assistindo o seriado “Juiz do diabo”, uma trama bem elaborada que retrata o bem e o mal em cada um, não importa em que lado possam estar. Ao analisar minha reação ao assistir o desenrolar da história, percebi que não sou tão ética como pensava que era. Quando vi o mal escancarado, queria eliminá-lo a que preço fosse. Há uma linha tênue entre o bem e o mal, e se não estivermos vigilantes, cairemos em desgraça e ainda apresentaremos justificativas para o erro. Se o mal também reside em mim, não posso condenar aquele que dá vazão a ele, por ainda estar num nível menor de imaturidade evolutiva.
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A peça que falta
Somos semeadores espalhando sementes por onde passamos, sementes que dão frutos ou sementes inférteis.
Minha pretensão quando escrevo é semear boas sementes nos corações de quem me lê; se elas florescerão ou não, depende de como cada um as colhe.
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Côncavo e convexo
Nem toda sombra se revela como ela é; às vezes, se disfarça em
luz. À medida que apuro minha percepção, mais os métodos dela se
sofisticam. Quanto mais eu acolho sombra e luz em mim, mais sou livre
para fazer escolhas. O que é certo é que toda questão tem mais de
um ponto de vista, tem pelo menos dois lados, como todo côncavo
tem o lado convexo.
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Lugar de escuta
Eu tenho dito que compartilho minhas reflexões para levar consolo e alento a quem com elas se identifica e para que a pessoa não se sinta só. Me dei conta de que as redes sociais se tornaram para mim um lugar de escuta. Quem tem o talento de expressar a dor do mundo não pode se omitir, tem
a missão de amenizá-la, e, ao fazer isso, estará suavizando a própria dor.
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Meu diário para a liberdade
O título deste livro é o mesmo de um seriado coreano diferente de
tudo a que assisti até agora. Os personagens falam sem filtro do que
sentem e pensam. É como se o
espectador ouvisse o que se passa na cabeça deles e visse o que lá
acontece: contradições, incoerências,devaneios. Isso me
fez pensar o quanto eu sou sincera c omigo mesma. Talvez eu seja
quando escrevo, mas não perceba quando sinto e penso. Os personagens
da série tentam se libertar de algo objetivo, como fingir que estão
felizes ou deixar de se sentirem fracos. Na minha perspectiva, eles
já eram livres por conseguirem se expressar sem censura, não só
para si mesmos, como para outras pessoas. Quem sabe eu consiga fazer
do que escrevo meu diário para a liberdade?
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O despertar da alma
O despertar da alma acontece quando estamos atentos à Palavra de Deus, seja de que forma ou de que meio ela venha. Ocorrerá quando nos esforçarmos para ter uma vida reta e praticarmos os ensinamentos Dele.
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O outro eu
Tinha o hábito de me separar das pessoas, por isso as chamava de “outros”. Outro, para mim, era aquele que não sou eu, que se contrapõe, distinto de mim. A partir da crença de que todos somos um, para estar em harmonia com o todo, não posso excluir ninguém, reconhecendo que não existe “outro”. Daí o título “O outro eu”. Nesse conceito, incluo não apenas o semelhante, mas aqueles que fazem parte de mim, ou por serem aspectos diversos de mim, ou porque alguém se inseriu no meu eu.
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Palavras emprestadas
As ideias que exponho e a forma como as expresso são frutos do que
li, do que ouvi, do que aprendi, das crenças, valores e princípios
que integrei, das experiências que vivi. Em mim elas criam
consistência,através da forma
como eu vejo o mundo. Assim, tudo que
escrevo vem de palavras emprestadas que assimilo, integradas pelo
ponto de vista pessoal.
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Para quem não tem amanhã
A palavra tem o dom de curar, por isso escrevo. Escrever ameniza a
urgência de ser ouvida, pois
sinto alívio ao derramá-la no
papel ou na tela do computador. Ao
escrever, tenho a sensação de estar sendo ouvida por um outro
invisível, que acolhe e não julga. Enquanto escrevo, o
tempo é suspenso, não existe amanhã nem depois, apenas a soma de instantes
que se fixam no âmago do meu
ser. Escrevo para quem comunga com esses instantes, para quem não tem
amanhã.
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Quebrantar-se
Escrevo por zelar pelo que me foi confiado. Por ser depositária de algo que vai além de mim. Escrevo para registrar o que me foi entregue. Para sorver cada palavra em seu significado. Para que o que veio de mim se propague, e ao voltar para mim, encontre guarida. Escrevo para publicar, lançar aos quatro ventos, noticiar. Porque é para isso que vim, que nasci. Por ser o arauto escolhido para proclamar o que me é sagrado e sacralizar o humano em mim. Escrevo e publico para cuidar de mim e de quem me ouve.
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Rindo à toa
Agradeço por esse presente divino, por essa dádiva que me ajuda a pôr um sorriso no rosto para levar consolo a quem amo e me possibilita a sair do drama e aceitar a vida e suas vicissitudes com bom ânimo, com a certeza de que tudo passa, e se não passa, ameniza, torna-se suportável. Tenho a convicção de que, junto com o sofrimento vem também aprendizado, momentos de cura e de alegria que não devo desperdiçar. O bom humor salva.
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Uma pessoa comum
Assim como uma pessoa comum, eu não percebia que é impossível ter
pensamento puro, isento de influências externas. Uma pessoa comum
que não se deixa enganar
critica o pensamento que vem de fora de si e escolhe acolher aquele
que faz sentido para ela. Penso que aceitar a diversidade de
percepções expande horizontes. Eu me percebo uma pessoa comum
quando encontro eco entre as pessoas que me leem, quando recebo
retorno de identificação, quando alguém me diz que o texto foi
escrito para ele. Então, não me sinto mais só.
Entre o real e o imaginário
ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO
A ideia vive no campo da imaginação antes de se materializar e a imaginação é precursora da criação, sem ela não existiria realidade concreta. Há que ter imaginação para explorar o real. Realidade e imaginação caminham entrelaçadas e se confundem pela influência de uma sobre a outra. Ninguém sabe quando uma termina e a outra começa, tênue é a fronteira entre as duas dimensões. Feliz é aquele tem os pés firmes no chão e a cabeça em nuvens imaginárias.
Vidas Mutantes
Vidas Mutantes
É comum eu acordar com a mente entorpecida, sentimentos confusos, lembrança de fragmentos de sonhos, sem linha de costurá-los. Às vezes surge uma palavra ou uma frase aparentemente sem sentido, e aí eu começo a escrever. Depois vou puxando o fio, as frases vão se alinhavando e a ideia surge. Sou uma garimpeira das letras em vias de peregrinação.
Dizeres e tal
Dizeres e tal
É comum eu acordar com a mente entorpecida, sentimentos confusos, lembrança de fragmentos de sonhos, sem linha de costurá-los. Às vezes surge uma palavra ou uma frase aparentemente sem sentido, e aí eu começo a escrever. Depois vou puxando o fio, as frases vão se alinhavando e a ideia surge.
Sou uma garimpeira das letras em vias de peregrinação.
Para quem não tem colírio
Para quem não tem colírio
Ao escrever “Para quem não tem colírio” não tive a pretensão de oferecer respostas a questões tão complexas, quanto as que envolve o comportamento compulsivo. A motivação para escrever sobre o tema foi a necessidade de compreender o problema que também me vitima, para melhor me entender e tentar entender o outro. O que trago aqui é apenas meu ponto de vista. Pretendo despertar em cada leitor a necessidade de procurar respostas que possam ajudá-lo a aceitar-se e melhor conviver e solidarizar-se com a dor alheia.
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Invisíveis Vozes

Invisíveis Vozes
Ao escrever “Para quem não tem colírio” não tive a pretensão de oferecer respostas a questões tão complexas, quanto as que envolve o comportamento compulsivo. A motivação para escrever sobre o tema foi a necessidade de compreender o problema que também me vitima, para melhor me entender e tentar entender o outro. O que trago aqui é apenas meu ponto de vista. Pretendo despertar em cada leitor a necessidade de procurar respostas que possam ajudá-lo a aceitar-se e melhor conviver e solidarizar-se com a dor alheia.
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Relicário dos Homens
Relicário dos Homens
Apresento este exercício mental, permeado de sentimentos, coletânea de temas, inserção do velho no novo. Costuro a reflexão com a linha da espiritualidade. Sigo o caminho do autoconhecimento em bases firmes do Pathwork. Trago a sabedoria ancestral das histórias, lendas e mitos como ponto de partida para alicerçar as ideias que tento inovar. Busco respostas viáveis para minha existência. Começo por um mito reinventado.
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De algum anel azul - Poemas

Para quem não tem colírio
Indubitavelmente, quem escreve quer ser lido e deseja visibilidade e valorização de seu trabalho. Esse é o pesar que muitos já sofreram, porque não desfrutaram em vida do sucesso de sua obra. preciso não se abater pela indiferença de alguns ou porque seu estilo não é da predileção da maioria. Manter-se motivado requer acreditar no próprio talento, ainda que careça de ser burilado. Não se deve ignorar que o tempero de uma boa obra é o suor resultante da perseverança, em busca do aprimoramento. Tempo ativo, laborativo, recriador. E nesse mister, o conteúdo é tão importante quanto a técnica. Há quem diga que o bom trabalho sobrevive ao tempo. Sem negar essa realidade, digo que qualquer obra tem o seu momento e é eterna aos olhos de quem com ela se identifica.
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O caleidoscópio da vida

O caleidoscópio da vida
Todos nós já tivemos momentos em que somos arremessados a um lugar acolhedor e sereno. Nele sentimos um bem estar indescritível, uma paz e lucidez completa. São rápidos momentos que deixam impressão permanente e forte. Por algum tempo, podemos vislumbrar nossa essência, força e sabedoria. Ao retornarmos, guardamos as impressões vividas, que, no momento oportuno, serão acessadas e teremos então discernimento para tomar uma decisão, exercer a compaixão ou, pacientemente, atravessar um momento difícil, ou enfrentar um desafio. São portais de acesso à alma, a revelar conhecimentos, ensinamentos e lições que nos ajudam na caminhada terrestre. Compartilhar impressões e sentimentos aflorados é a proposta deste livro. O Caleidoscópio da Vida é a expressão do transbordamento de inquietações, emoções e sensações, semelhantes às de tantas outras almas, que igualmente estão na jornada do viajante, na Mãe Gaia, e que nunca se satisfazem com as respostas, pois sabem que a vida é feita de perguntas.
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Fênix

Fênix
Quando escrevi “Página em Branco”, texto que encerrou meu primeiro livro, “O Caleidoscópio da Vida”, tive a nítida sensação de que outras percepções estavam a caminho, um novo estado d’alma. Não planejo o que escrevo, simplesmente vem. É fruto do momento experenciado, dos ingredientes contidos no cadinho. Tenho uma proposta, sim, falar sobre felicidade, alegria, registrar momentos de bem-estar, de prazer. Fênix vem revelar que não há mais necessidade de contrastes. O sofrimento agonizante chegou à exaustão. A renovação está por acontecer. Estejamos atentos às efêmeras alegrias cotidianas, aos pequenos sucessos, às súbitas ondas de bem-estar. O simples permite o tranqüilo transitar na ciclicidade dos eventos. Aquece a alma congelada. Desvela enigmas. Dissolve labirintos. E, por Fênix conduzidos, evolaremo-nos.
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Contadoras de Estrelas

Contadoras de Estrelas
Muito se fala sobre a busca romântica da alma gêmea, todos querem ser compreendidos. Aqueles que acham isso impossível recolhem-se ao casulo e muitos procuram, como consolo, a companhia de bichos de estimação. Certo está quem já compreendeu a própria solidão. Não existe uma única pessoa que funcione da mesma forma que outra, que pense e sinta do mesmo jeito. Por isso, é até possível encontrar empatia; compreensão plena, não. O escritor traduz a angústia de ser singular. Ponte que liga as ilhas humanas, descreve, interpreta e simula o comportamento. Andarilho que percebe a permanente bruma da estrada, escreve o livro da vida com a tinta das experiências, sem se deixar seduzir por dias magníficos de sol, nem desanimar com o nublado do céu. Do homem comum extrai o barro em que esculpe personagens e protagonistas, cujas vozes são ouvidas no exílio íntimo e amenizam o desconforto que a limitação das palavras traz.
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Tecituras - Coletânea de Reflexões

Tecituras - Coletânea de Reflexões
O livro Tecituras é a minha segunda coletânea de reflexões, abordando temas diversos. O resultado é fruto do instante, no qual estão inseridas a percepção fugaz de mim mesma e a minha visão de mundo. Muitos dos textos aqui colecionados mudaram de forma e conteúdo quando eu os revisava. A reformulação, quando decorreu da elaboração sequenciada de outras análises que traziam novo sentido à reflexão anterior. Tento exercitar o pensamento dinâmico e sistêmico, entrelaçado pelo tear da vida. Pretendo aproximar o abstrato ao concreto, levando o pensamento à experiência e vice-versa. O esforço é no sentido de trazer o que vejo e percebo, de acordo com o ângulo em que me encontro no momento. O que escrevo está impregnado de pulsação, sentimentos, crenças e ideologias que integram quem sou e, por isso, não é inocente nem neutro. O convite ao leitor é para ler com olhos críticos e investigativos, analisando o conteúdo propositivo apto a elaborar as próprias conclusões. Esta é minha contribuição. Boa aventura.
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Resplendor de afetos: Metáforas

Resplendor de afetos: Metáforas
A arte de saber-se divino enquanto humano e humano sendo divino está em suportar em si a potência e a fraqueza, a feiura e a beleza, a pureza e a malícia, a vergonha e o encantamento, a dor e o prazer de ver-se por inteiro.
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Religar-se

Religar-se
Não sou metade, o que me acontece é o atrofiamento de algumas partes por desuso, partes que ninguém pode suprir, que só eu posso desenvolver.
Minha tarefa é construir integridade, unificando os segmentos aparentemente isolados, é tornar-me inteira com Deus.
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Lírios do Campo
Lírios do Campo
Muitas são as graças que Deus nos oferta, mas nem sempre estamos atentos nem somos gratos por elas.
Devíamos escutar a sabedoria popular, que diz: “não há mal que sempre dure, ou Deus dá o frio conforme o cobertor.”
Nada que nos chegue vem para o mal, se confiarmos no Amor Divino, saberemos que temos a capacidade de superação, basta olharmos para os lírios do campo.
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Desvelando-se

Desvelando-se
Aos poucos, estou retirando a capa que encobre quem sou, os véus da ignorância a meu respeito. É um trabalho árduo e contínuo, que exige vontade e perseverança, compromisso comigo e autocuidado. Enquanto vou descobrindo o que penso, o que sinto, e percebo como ajo, registro nestas página minhas conclusões como forma de integrar o conhecimento. Resolvi compartilhá-las porque as jornadas individuais têm ponto de intersecção, e meu desvelar pode ajudar outras pessoas em seu processo de autodescoberta.
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Perspectivas
Perspectivas
Perspectivas tem como tema central a imagem tridimensional do eu e de seus ângulos exibidos como um cristal. A alteridade e minha visão existencialista são tópicos que orbitam o tema central. Desejo que o leitor encontre semelhanças ou contrastes com seu diamante, e isso o ajude a reconhecê-lo e a fazê-lo brilhar.
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